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Fraternidade encontra Francisco: um testemunho de Maria Izabel

No dia 09 de novembro, o Conselho Geral da Fraternidade Escolápia reuniu-se com os Superiores Maiores da Ordem das Escolas Pias, apresentando um breve relato dos avanços da fraternidade, em especial, sobre a participação adulta na vida cristã com, para, desde as Escolas Pias. Compartilhando a vida, a espiritualidade, a missão, recriando a Escola Pia e a Igreja, aportando experiências, modelo de presença escolápia e uma profecia em chave de presença.
Contou ainda com três testemunhos de Ilhoma (leiga da fraternidade da Polônia) e os Provinciais padre Emanuel do México, padre Juan Carlos de Nazareth e padre Mariano de Emaús. Na sexta-feira, 10 de novembro, a Fraternidade Escolápia junto aos superiores maiores da Ordem Escolapia puderam desfrutar de um momento muito rico junto ao Papa Francisco. Padre Pedro Aguado discursou sobre as comemorações dos 400 anos de fundação da Escola Pia, falou quem eram os participantes ali presentes, desde os superiores aos cuidadores da Casa Geral, como sendo uma grande família Escolápia que cuida do sonho de Calasanz em destaque no lema do ano jubilar: Educar, evangelizar e transformar. Assim finalizou a fala. Em seguida, o papa Francisco começou o discurso dizendo da beleza ali presente que era uma grande e bonita família. Que o padre Pedro falava de educar, evangelizar e transformar. Mas ele iria falar do verbo educar. Que para ele, é o mais importante e que está precisando de maiores cuidados. Que a educação hoje precisa de uma integração da família com os professores, escola. Falou que sabe que, infelizmente, há uma diferença de salário dos professores de um lugar para outro, que os professores têm dupla jornada, chegam em casa e precisam preparar o plano de aula. Mas que isso não pode ser motivo para não dedicar-se a uma educação de qualidade. Principalmente hoje, frente aos muitos desafios que o mundo moderno nos oferece, como as mídias. Falou do trabalho com os jovens que precisa ter raiz, e que isso está se perdendo com a modernidade. Os jovens precisam viver em movimento, ter histórias, troca de experiência, precisa ter contato e ouvir os avós. Não se constrói jovens sem experiências passadas. Finalizou dizendo que a verdadeira educação é aquela que chega ao mundo das ideias (pensar, conhecimento), passa pelo coração (sentir) e vai para as mãos (fazer). Quem conhece sente, faz. Quem sente, conhece, faz.

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